Antônio Prata escreveu uma crônica muito bonita para a Folha de São Paulo na metade do ano passado. Era sobre uma conversa que ele teve com um taxista, num dia qualquer. O que poderia ser um simples bate papo de rotina se transformou num convite à reflexão, na coluna do cronista. Para ler a crônica na íntegra clique aqui.

No vídeo o texto ”migrou” para o formato audiovisual. Ao assistir, a gente se dá conta de quanta coisa importante, dessas que parecem bobas, a gente deixa passar em branco, pela simples vaidade ou pela bobagem toda de se preocupar com a forma com que queremos ser eternizados na imagem.

Em meio a onda do selfie pra cá, Instagram pra lá, vale a pena parar para pensar no que realmente merece ser registrado. Em quais imagens farão falta daqui uns anos. Em quais nos garantirão risos de alegria ou lágrimas de saudades. A proposta não é julgar ou induzir, apenas fazer pensar!

Registre tudo que merece ser recordado. Mais do que com a câmera, com o coração!